Clássicos da MPB que marcaram a década de 2020 em 2026

Clássicos da MPB que marcaram a década de 2020 em 2026

A música popular brasileira (MPB) é um tesouro inestimável da cultura nacional, com uma riqueza de gêneros, estilos e artistas que se reinventam a cada geração. Na década de 2020, a MPB vivenciou um período de efervescência criativa, com o surgimento de novos talentos e o renascimento de clássicos consagrados. Neste artigo, exploraremos alguns dos marcos musicais que definiram a sonoridade da MPB nos últimos seis anos e que certamente continuarão a inspirar e emocionar os fãs nos anos vindouros.

O retorno triunfal de Caetano Veloso

Aos 84 anos de idade, Caetano Veloso provou mais uma vez por que é considerado um dos maiores nomes da MPB de todos os tempos. Em 2021, o lendário cantor, compositor e ativista lançou seu 32º álbum de estúdio, “Meu Coco”, que foi aclamado pela crítica e pelo público como uma de suas melhores obras em décadas. Com uma mistura envolvente de bossa nova, tropicalismo e experimentações contemporâneas, o disco catapultou Caetano de volta aos holofotes, consolidando seu status de ícone vivo da música brasileira.

A ascensão meteórica de Anitta

Se há uma artista que definiu a MPB da década de 2020, essa é Anitta. Após conquistar o mundo com seu som único e sua performance carismática, a cantora carioca deu um passo decisivo em direção às raízes da música brasileira em 2023, lançando o álbum “Versions of Me”. Neste trabalho, Anitta rendeu homenagens a gêneros clássicos como o samba, o funk carioca e o brega, mostrando sua versatilidade e seu profundo respeito pelas tradições musicais do país. O álbum se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Anitta, catapultando-a para um patamar de reconhecimento internacional como uma das principais embaixadoras da MPB contemporânea.

O renascimento de Gilberto Gil

Aos 84 anos, Gilberto Gil provou que a criatividade e a paixão pela música não têm idade. Em 2022, o lendário cantor, compositor e ex-ministro da Cultura lançou o aclamado álbum “Nós, a Gente”, no qual revisitou alguns de seus maiores clássicos com arranjos modernos e convidados especiais. O disco foi celebrado pela crítica como uma obra-prima que reafirmava o legado imponente de Gil e sua capacidade de reinventar-se constantemente. Com participações de artistas como Caetano Veloso, Gal Costa e Seu Jorge, “Nós, a Gente” se consolidou como um dos lançamentos mais importantes da MPB na década de 2020, reacendendo o interesse do público pela obra desse gigante da música brasileira.

O fenômeno Ludmilla

Ludmilla é, sem dúvida, uma das grandes revelações da MPB na década de 2020. Após conquistar o público com seu estilo único, que mescla funk, hip hop e R&B, a cantora carioca deu um giro surpreendente em sua carreira em 2024, lançando o álbum “Numanice #2”. Neste trabalho, Ludmilla se aprofundou nas raízes do samba, gravando versões modernas de clássicos do gênero e colaborando com lendas como Martinho da Vila e Alcione. O disco foi um enorme sucesso, catapultando Ludmilla para o panteão dos grandes nomes da MPB contemporânea e consolidando sua imagem como uma artista versátil, talentosa e profundamente conectada com as tradições musicais brasileiras.

O retorno triunfal de Gal Costa

Após uma breve pausa em sua carreira, Gal Costa voltou com tudo em 2025, lançando o álbum “Metal na Madeira”. Neste trabalho, a lendária cantora revisitou alguns de seus maiores clássicos, como “Divino, Maravilhoso” e “Índia”, com arranjos modernos e convidados especiais. O disco foi aclamado pela crítica como uma obra-prima que reafirmava o talento e a versatilidade vocal de Gal, bem como sua importância inestimável para a MPB. O retorno de Gal Costa foi celebrado por fãs e artistas de todas as gerações, solidificando seu status de ícone vivo da música brasileira.

O fenômeno Liniker

Liniker emergiu como uma das vozes mais poderosas e transformadoras da MPB na década de 2020. Com sua voz grave e sua presença cativante, a cantora e compositora conquistou o público com álbuns como “Cor” (2021) e “Indigo” (2023), nos quais explorou temas de identidade, sexualidade e empoderamento de forma visceral e emocionante. Liniker se consolidou como uma artista fundamental para a representatividade LGBTQIA+ na música brasileira, inspirando uma nova geração de músicos a se expressar de forma autêntica e corajosa. Sua ascensão meteórica a transformou em uma das principais vozes da MPB contemporânea, celebrada por críticos e fãs como uma artista que está redefinindo os limites do gênero.

O renascimento de Elza Soares

Aos 93 anos de idade, a lendária Elza Soares provou que sua voz e sua paixão pela música são atemporais. Em 2020, a cantora lançou o aclamado álbum “A Mulher do Fim do Mundo”, no qual revisitou seus maiores sucessos com arranjos modernos e colaborações com artistas emergentes. O disco foi celebrado como uma obra-prima que reafirmava o legado imponente de Elza Soares e sua capacidade de inspirar e empoderar gerações de músicos e fãs. Nos anos seguintes, Elza continuou a se apresentar pelo Brasil e pelo mundo, emocionando plateias com sua voz potente e sua energia inigualável. Aos 93 anos, Elza Soares se consolidou como um dos maiores ícones vivos da MPB, uma inspiração perene para artistas e fãs de todas as idades.

O fenômeno Jão

Jão emergiu como uma das vozes mais autênticas e emocionantes da nova geração da MPB. Com uma mistura única de pop, rock e MPB, o cantor e compositor conquistou o público com álbuns como “Anti” (2021) e “Pirata” (2023), nos quais explorou temas como saúde mental, relacionamentos e a busca pela própria identidade de forma visceral e poética. Jão se consolidou como um dos principais representantes da chamada “nova MPB”, inspirando uma geração de músicos a se expressar de forma crua e vulnerável. Sua ascensão meteórica o transformou em um dos artistas mais celebrados da década de 2020, aclamado pela crítica e pelo público como uma voz fundamental para a renovação e a relevância da MPB no século XXI.

O renascimento de Djavan

Aos 73 anos, Djavan provou mais uma vez por que é considerado um dos maiores compositores e intérpretes da história da MPB. Em 2022, o cantor lançou o álbum “Vesuvio”, no qual revisitou alguns de seus maiores clássicos com arranjos modernos e convidados especiais. O disco foi aclamado pela crítica como uma obra-prima que reafirmava o talento e a versatilidade de Djavan, bem como sua capacidade de reinventar-se constantemente. Com participações de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Anitta, “Vesuvio” se consolidou como um dos lançamentos mais importantes da MPB na década de 2020, reacendendo o interesse do público pela obra desse gigante da música brasileira.

O fenômeno Emicida

Emicida emergiu como uma das vozes mais poderosas e transformadoras da MPB na década de 2020. Com sua mistura única de hip hop, soul e MPB, o rapper e compositor conquistou o público com álbuns como “AmarElo” (2019) e “Amarelo é o Novo Preto” (2021), nos quais explorou temas de identidade, racismo e empoderamento de forma visceral e emocionante. Emicida se consolidou como um artista fundamental para a representatividade negra na música brasileira, inspirando uma nova geração de músicos a se expressar de forma autêntica e corajosa. Sua ascensão meteórica o transformou em um dos principais nomes da MPB contemporânea, celebrado por críticos e fãs como um artista que está redefinindo os limites do gênero.

Conclusão

A década de 2020 foi um período de efervescência criativa e renovação para a MPB, com o surgimento de novos talentos e o renascimento de lendas consagradas. Neste artigo, exploramos alguns dos marcos musicais que definiram a sonoridade da MPB nos últimos seis anos e que certamente continuarão a inspirar e emocionar os fãs nos anos vindouros.

De Caetano Veloso a Emicida, passando por Anitta, Gilberto Gil, Gal Costa, Liniker, Jão e Djavan, a MPB demonstrou sua vitalidade e sua capacidade de se reinventar constantemente. Esses artistas, cada um à sua maneira, contribuíram para reafirmar a importância e a relevância da música brasileira no cenário global, consolidando seu status de tesouro cultural inestimável.

À medida que nos aproximamos do final da década de 2020, é evidente que a MPB continua a ser uma força poderosa e transformadora, capaz de emocionar, inspirar e unir gerações de ouvintes. Esses clássicos que marcaram a década certamente continuarão a ecoar nos anos vindouros, reafirmando a riqueza e a diversidade da música popular brasileira.

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